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3-1 @SRVAL

WE ARE YOUR FUCKING STAGE 1 CHAMPIONS

FIRST EVER F/A TEAM TO WIN A STAGE LETS FUCKING GOOO BABYYYY

@k0rupt_val GOATED
@QueenBobsta GOATED
@glowstickval GOATED
@1CHAROD GOATED
@coachqip GOATED

LETS FUCKING GOOOOOO BABYUYY WEE FUCKING DIDI ITITITITTTTTT IM SHAKING CANT BELIEVE ITTT
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Aria retweeted
Last night SAO was cleared. November 7th 2026 2:55PM JST
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Day 2 of Neon Dream Invitational

I play MBSS 11 AM PST @ TTV/NRGgg

I am playing for my 4th trophy. Going for gold this time around

#Ariawin #flywin
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1-0 @Sentinels
1-0 @KingFred333
0-1 @SwimTrekBlue
2-0 @Logic7337

Got back from the ER an hour b4 game time. My body is horrible but my teammates got me.

Much love to them !!! We go again tomorrow 11 am PST

@Jazzyk1ns
@melyafps
@Evs2x
@DEADTheia
@CoachJoe
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Aria retweeted
playing in @NRGgg Neon Dream Invitational today :D

some of my teammates will be streaming their pov's linked below :>
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Game day for NRG Neon Dream today at 11 am PST

I just got out of the ER, playing and letting fate guide me on my path that it’s willed me to walk on. You will see greatness be performed amongst the common folk.
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I am back!! Apparently my season ain't over yet.. I play in this with FlyQuest Red :)

Look at @CoachJoe though he is FEELING it
Eight teams. Two days. $10,000.

NRG and the Army National Guard have the field set for the VALORANT Neon Dream Invitational.

Let’s see who brings something uncommon on November 7th-8th.
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Aria retweeted
2.4 K/D going into NRG Neon Dream

#VALORANT
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2.4 K/D going into NRG Neon Dream

#VALORANT
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Replying to @AriaDeviluke
HD youtube.com/watch?v=m_pQto…

also song is they will bury me a woman - @/rainyholmes
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Aria retweeted
*paws at you* im sick
*paws at you* make me soup
*paws at you* make me soup
*paws at you* make me soup
*paws at you* cuddle me buy me groceries
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Aria retweeted
JUST IN: West Hollywood, California, votes unanimously to legally recognize throuples, foursomes, & other multi-partner relationships.
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big late night stream :) thank u @okijoona for raid :D majority of this stream was a just chatting stream... maybe I am good at this talking thing... I will stream later today... aria cc arc!!!
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I think tonight marks one of the biggest wins in Democrat history. Texas has a democratic Senator for the first time since the 90s. Also it appears that Democrats are projected to have taken majority control of the House. Legit insanity tonight. Hopefully Democrats take the Senate too.
VoteHub projects James Talarico to win the Texas U.S. Senate election.
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Aria retweeted
look into my eyes when texas goes blue @GregAbbott_TX
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Project of mine that me and @ang8ll are working on :) hope to showcase more cool people an have cool vids out
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Aria retweeted
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my game day meals were either subway or burgerking do u guys think I am a healthy human
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guys I think its safe to say... I made it to the BIG leagues
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Aria retweeted
O cenário inclusivo de VALORANT nunca incluiu de verdade. O Game Changers foi criado com a proposta de dar mais oportunidades e visibilidade para mulheres e outros gêneros marginalizados dentro do esports, mas, na prática, muitas vezes ele ainda parece um espaço que precisa ser constantemente defendido pelas próprias pessoas que deveria proteger. A Riot diz que o programa existe para tornar o cenário mais inclusivo e representativo, mas representação sem segurança, fiscalização e acolhimento não passa de discurso.

O ódio aberto contra pessoas não-binárias, trans e outras pessoas LGBTQIA+ continua sendo expressado em camps, transmissões, chats e comunidades do VALORANT. E isso não é uma sensação isolada. Segundo a GLAAD, 52% dos jogadores LGBTQIA+ relataram já ter sofrido assédio enquanto jogavam online, 42% disseram que já evitaram jogar por medo de serem assediados e 27% chegaram a abandonar um jogo por causa disso. Mesmo assim, ainda tem gente que age como se reclamar de transfobia e homofobia fosse exagero ou tentativa de transformar o Game Changers em um espaço “menos competitivo”.

Vocês nunca vão entender o que é tentar competir enquanto fazem parte de um gênero marginalizado, principalmente quando a sua identidade é tratada como suspeita, fraude ou vantagem competitiva. No Game Changers, mulheres e pessoas de gêneros marginalizados precisam provar o tempo todo que pertencem àquele espaço. Pessoas não binárias e de gênero fluido muitas vezes nem sabem se serão aceitas, como devem se inscrever ou se sua identidade será respeitada pelos organizadores. Isso não é inclusão. É colocar a responsabilidade nas pessoas marginalizadas e obrigá-las a explicar a própria existência para poder jogar.

A própria regra oficial do Game Changers determina que todas as pessoas da equipe devem ser mulheres ou pertencer a gêneros marginalizados. O problema é que uma frase ampla não resolve a realidade de quem está dentro do cenário. Ela não responde de forma clara a todas as experiências de pessoas trans, não binárias e de gênero fluido, nem impede que cada campeonato, cada região e cada organização interprete a inclusão de um jeito diferente. Quando a regra existe, mas a comunidade não sabe como ela será aplicada, a insegurança continua.

A fiscalização também é falha. Em 2023, a Riot puniu jogadores por violação das regras de elegibilidade de gênero e por terem enganado os oficiais do torneio. O caso mostrou que existe preocupação em proteger a proposta do Game Changers, mas também revelou como a identidade de pessoas marginalizadas pode ser transformada em instrumento de investigação e desconfiança. A existência de pessoas mal-intencionadas não pode ser usada como justificativa para tratar toda pessoa trans ou não binária como suspeita.
Além disso, o cenário competitivo de VALORANT continua reproduzindo a ideia de que o Game Changers é uma competição de nível inferior. Pessoas entram sem levar o projeto a sério, organizações não oferecem estrutura suficiente e parte da comunidade trata as jogadoras e as pessoas de gêneros marginalizados como se estivessem ali apenas porque não conseguiram competir no VCT principal. Só que o Game Changers não deveria ser visto como uma versão menor do cenário. Ele deveria ser um espaço seguro e competitivo para pessoas que foram historicamente afastadas do esports.

A verdade é que o Game Changers reflete bastante o quanto a nossa sociedade ainda não está pronta para acolher pessoas diferentes do que considera “normal”. Tudo que foge do padrão é questionado, ridicularizado ou hostilizado. E no VALORANT isso aparece em cada transmissão com comentário transfóbico, em cada jogador que usa identidade de gênero como insulto, em cada pessoa que precisa esconder quem é para conseguir jogar e em cada organização que fala sobre inclusão, mas não sabe o que fazer quando uma pessoa trans ou não binária precisa de apoio de verdade.
Pessoas LGBTQIA+ não são uma minoria irrelevante dentro dos games. A GLAAD aponta que 17% dos jogadores ativos se identificam como LGBTQIA+, e esse número sobe para entre 23% e 28% entre jogadores com menos de 35 anos. Essas pessoas fazem parte da comunidade, acompanham campeonatos, jogam VALORANT, competem e sustentam o cenário. Mesmo assim, continuam sendo tratadas como exceção quando deveriam estar no centro das discussões sobre segurança e inclusão.

Me entristece ver, ano após ano, pessoas sofrendo discriminação por algo que ainda não é compreendido nem respeitado por quem organiza, transmite e acompanha o Game Changers. A identidade de alguém não deveria ser tratada como provocação, fraude ou problema administrativo. Inclusão não é apenas abrir inscrição para mulheres e gêneros marginalizados. Inclusão é criar regras claras, treinar a equipe, fiscalizar o comportamento, proteger quem denuncia e garantir que essas pessoas possam competir sem precisar provar o tempo todo que merecem estar ali.

Porque, do jeito que está, o Game Changers não é verdadeiramente inclusivo. Ele dá espaço, sim. Mas dar espaço sem garantir segurança, respeito e permanência não é incluir. É apenas permitir que pessoas marginalizadas entrem em um ambiente que ainda está tentando decidir se elas realmente pertencem a ele.
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